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Oratória & Boas Maneiras

Publicado em Oratória & Comunicação

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05_corporate_01O orador deve ser um exemplo para a sociedade.

Ele é um formador de opinião e agente de mudanças.

Não significa que deva falar sempre de modo corretíssimo e impecável.

Poderá passar uma imagem de pessoa perfeita, intocável e de ser um chato.

Veja abaixo o que você deverá evitar quando falar em público, nos encontros sociais e mesmo no dia-a-dia.

Vícios de linguagem: “tá”, “né”, “hã”,  “é, é, é, …”,  “entende ?” (Pelé),  “percebe ?”, “tá claro ?”,   “OK”,   “não é ?”, “correto”,   “com certeza !”,   “veja bem”, “então”, “aí”, “não é verdade?” (Brizola).

Gaguejos: “Bem”, “Bom”, “Hãm”, “Sim”, ” …é é …” Usados para iniciar uma frase ou responder. Evitam-se tais maneirismos com uma pausa e respiração profunda antes de iniciar a fala.

Expressões íntimas: “guri”, “meu irmão”, “minha filha”, “jovem”, “companheiro”, “fera”, “amigo”, “colega”. Pergunte o nome da pessoa.

Termos chulos, vulgares: “troço”, “saco”, “droga”, “panaca”, “babaca”.

Gíria: “ferrado”, “meu”, “ôrra”, “cara”, “pô”, “massa”, “putis grilo”, “fica frio”.

Palavrão: “merda”, “filho da mãe”, “pôrra”, “fóda”.

Palavras preconceituosas: “baianada”, “catarina”, “turco”, “negrice”, “nego”, “polaca”, “japa”.

Piadas étnicas ou preconceituosas sobre judeus, português, negros, gaúchos, sogra, loiras, homossexuais.

Linguagem pejorativa: “presunto” (pessoa morta).

O verbo “tar“: “Eu tava na sala.”, “eu tô aqui.”

Linguagem melosa: “Queridos”. “Minha gente querida.”

Expressões coloquiais sem sentido: “Correr atrás do prejuízo”.

Clichês, frases ou palavras muito usadas: “Ao nível de”; “Agregar valor.”; “Alavancar as vendas”.

Falar mais do que deve. Falar sem medir as palavras.

Cortar as palavras dos outros. Não deixar os outros falarem. Monopolizar a conversa.

Querer dominar a conversa. Tentar mostrar que sabe tudo ou que sempre está com a razão.

Dar sinais de presunção ou teimosia.

Zombar ou rebater tudo o que dizem os outros. Não respeitar a opinião alheia.

Tentar converter os outros, doutrinar.

Estar sempre criticando.

Concordar com qualquer ponto de vista. Querer sempre agradar.

Entrar em pormenores, perder o rumo.

Explicar com minúcias. A maneira mais fácil de ser um chato é dizer tudo.

Falar sobre um só assunto. Mostra falta de cultura.

Dar muitos exemplos sobre si próprio. Contar vantagens pessoais repetidamente. Pessoa ególatra.

Mostrar que você sabe tudo. Agir como se tivesse sempre a razão.

Dizer banalidades e tolices.

Uma única palavra colocada fora do lugar estraga o pensamento mais bonito.  Voltaire

 

Texto extraído da apostila do nosso curso de Oratória.

Veja também curso de oratória em CDs. 

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Um abraço,

Flávio Pereira

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