Blog do Flávio Pereira da Cérebro & Comunicação
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Exercícios Para a Memória

Publicado em Leitura Dinâmica & Memorização

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2347120450_6bcf41f977Que atividades são boas para a memória?


Existem muitas maneiras de exercitar o cérebro: palavras cruzadas, xadrez, jogos de concentração, caça-palavras, quebra-cabeças, leitura ativa de textos, canto, desenho, pintura, cálculos matemáticos de cabeça, cursos em geral, aprender um novo idioma, tocar um instrumento musical, jogos de computadores, viajar para lugares desconhecidos.

Todas estas atividades estimulam o cérebro e a memória.

Faça de tudo um pouco, mas com a consciência de que está praticando um exercício para a memória e para o cérebro, assim irá programar o cérebro e entender que a atividade é revigorar.

 

Exercício ATIVO E CONSCIENTE COM META: cérebro entende que é bom para ele. O resultado é melhor.
Exercício PASSIVO E INCONSCIENTE SEM META CLARA: cérebro não entende que é bom para ele. O resultado é menor.

Uma pessoa que faz exercícios físicos na academia de forma automática tem rendimento menor do que a pessoa que tem uma meta clara.

Atividades fora do seu cotidiano são recomendadas. Um engenheiro pode praticar pintura artística, um psicólogo matemática financeira. Quanto maior a diferença entre as atividades, solução de problemas em escala crescente, maior a inteligência porque amplia as redes neurais em que o cérebro se estrutura. 

Rede neural é a somatória das conexões entre os bilhões de neurônios. Quanto mais conexões tiver a rede, mais capaz será o cérebro. As redes neurais aumentam conforme os conhecimentos que adquirimos. Tudo o que auxilia o cérebro a fazer novas combinações para decifrar e armazenar informações é bom. Estas novas conexões é que aumentam a capacidade do intelecto.

O cérebro bem usado, uma vida intelectual ativa, melhora a memória com o tempo, aumenta a longevidade e reduz os riscos de doenças da velhice como a perda de memória. Bem exercitado em tarefas intelectuais, o cérebro rende mais porque cria novas ligações entre os neurônios.

Com pouco uso, perde conexões que havia criado. O cérebro deve ser permanentemente treinado em atividades cada vez mais complexas para atingir seu poder máximo, mesmo na velhice. Quanto mais informação útil e desafiadora é armazenada no cérebro, melhor o seu desempenho.

Como um bom vinho o cérebro amadure e melhora com o tempo. Isto explica porque muitas pessoas atingem o ápice de suas capacidades com 80 ou 90 anos. Pode acontecer o contrário: uma pessoa que não lê, nem procura atividades intelectuais desafiadoras, o cérebro perde desempenho. Vale o ditado: “se não usa atrofia”. Pessoas acomodadas, aposentadas passivas, são menos capazes que as outras porque não exploram o cérebro.

Idosos que exercitam seu cérebro com freqüência podem ter performances melhores do que uma pessoa jovem. Mesmo uma pessoa com mais de setenta anos pode melhorar a memória e a inteligência. A aplicação dos métodos e exercícios deste curso fará você aumentar sua inteligência e memória. Graças a pesquisas recentes, sabe-se que o cérebro se desenvolve até a velhice.

Antigamente pensava-se que o cérebro se estabilizava na infância, depois perdia capacidade com o envelhecimento da pessoa. Uma pessoa que faz exercícios físicos regularmente, retarda a senilidade porque os músculos estão sendo exercitados. O mesmo se dá quando exercitamos o cérebro! Cérebro também é matéria viva. Faça suas abdominais mentais. Use a mente  fazendo exercícios de criatividade, concentração e memorização. Revigore seus neurônios!

Um abraço,

Flávio Pereira

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1 Comentário | Comente!

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    Silvia Sochiarelli | 26/10/2009 às 1:46

    O presente texto pode ser considerado um grande instrumento para introdução de exercícios físicos na educação das crianças e aos adultos sedentários também.
    Adorei!

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