Richard Wiseman, professor e psicólogo da Universidade de Hertfordshire, Reino Unido, no livro O fator sorte, apresentou uma pesquisa com 400 pessoas. Elas foram classificadas em dois grupos: sortudas e pessoas com pouca sorte. Wiseman verificou que há diferenças básicas de comportamento entre os dois grupos. A pesquisa mostrou que sorte não é um dom com o qual se nasce, mas algo construído pela própria pessoa.
Aprendem técnicas de controle mental.
Para Wiseman a pessoa cria a boa ou má sorte por meio dos pensamentos, sentimentos e ações.
Ter sorte é uma habilidade interna e não externa. Ela depende muito mais de você do que dos outros ou de qualquer outro fator.
Alguns pontos que caracterizam as pessoas sortudas:
Criam oportunidades para que coisas boas aconteçam. Têm iniciativa. Estão no lugar certo e na hora certa. Constroem uma rede de sorte através de contatos com pessoas importantes.
Tomam decisões seguindo sua intuição. Desenvolvem a percepção aprendendo a meditar em lugares calmos e a perceber os que as pessoas comuns não percebem.
Acreditam que de fato terão boa sorte. São positivas. Têm persistência em atingir os objetivos.
Antecipam os acontecimentos planejando, visualizando e simulando situações futuras.
Lidam bem com as situações ruins. Não se fazem de vítima. Transformam notícias ruins em motivos para novas ações e atitudes positivas.
Têm habilidade de avaliar pessoas: sabem quem mente, quem fala a verdade.
Preparam-se para ter boa sorte: estudam, pesquisam, são curiosas, desenvolvem habilidades, tem vocação e paixão pelo fazem, compartilham experiências, comunicam-se bem.
Têm uma estratégia clara para atingir suas metas.
Sempre estão abertas a novas experiências, são flexíveis e arriscam-se mais.
Têm a inteligência emocional desenvolvida: são equilibradas, controlam os impulsos.
Obs.: Gatinho de sorte o da foto!
Texto extraído da apostila do nosso curso de Controle Mental /Programação Neurolingüística (PNL)
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Um abraço, Flávio Pereira




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