Blog do Flávio Pereira da Cérebro & Comunicação
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Sobre Flávio Pereira

Foto FlávioCaro leitor, peço licença para falar da minha vida. Já que você chegou até está página é porque deseja saber mais sobre quem é o Prof. Flávio Pereira. Vamos estreitar nosso contato humano caso você venha conversar comigo pessoalmente nos cursos, nos treinamentos empresariais, no atendimento de consultoria ou psicologia, ou ainda mantendo contato através deste Blog.

Resolvi escrever este texto para ser transparente e contar um pouco sobre as minhas qualidades, defeitos e inquietudes. Você perceberá que sou uma pessoa real, normal, igual a você. Procurei mudar o modelo de apresentação nos sites, onde profissionais e empresas exageram as próprias qualidades, o que é duvidoso. Parece que eles não têm defeitos e tudo dá certo na vida deles! Aprendi a diferenciar marketing = exagero e ênfase nas qualidades X transparência = ganhar credibilidade por mostrar quem é de verdade.Blog Corporativo

Esta minha apresentação faz parte da tecla que Fábio Cipriani bate em seu livro Blog Corporativo. Ele mostra a diferença entre  e Site Empresarial e Blog Corporativo.

No primeiro faz-se o marketing da empresa, no segundo aproxima-se o cliente da empresa através de um relacionamento informal e transparente. Sobre estes conceitos, Site x Blog Corporativo saiba mais aqui, assim poderá revolucionar o seu próprio negócio.

Este blog reflete muito da minha história. Vou fazer um resumo dela, afinal são 54 anos de vida.

Nasci em Joinville -SC em 28 de abril de 1958 e vim para Curitiba em 1966.

Quando jovem estava decidido a fazer um curso que ajudasse a descobrir os mistérios da vida. Resolvi fazer química porque assim conheceria a vida na sua parte mais íntima, o mundo dos átomos. Conclui o curso de química industrial no Instituto Politécnico Estadual; trabalhei como químico em duas fábricas, depois  resolvi fazer a faculdade de Ciências Biológicas na UFPR.

Percebi que desejava conhecer os mistérios do mundo de outra forma, conhecendo a origem da vida.

Também gostava muito de assistir filmes sobre os animais e o comportamento deles.

Pensei muito em fazer filosofia ou teologia. Li muito sobre religiões, filosofia e auto-ajuda. Muitos jovens ficam perdidos como eu.

Gostei da logosofia

[flash http://www.youtube.com/watch?v=soFFqC8m9VM ]

E da logoterapia, entre tantas outras correntes que estudei e ensinam a viver melhor.

Estava perdido sobre o rumo da minha vida. Motivo pelo qual mais tarde estudei orientação vocacional e hoje atuo como orientador. Detalhes clique aqui. Uma coisa eu sabia: apostava no conhecimento sobre o comportamento humano como forma de superação pessoal.

Desisti de ser biólogo no último ano do curso de Ciências Biológicas, resolvi ingressar na faculdade de Psicologia na UTP.

Veja abaixo foto de formatura em Psicologia quando fui homenageado.

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Ufa! Finalmente havia descoberto a minha vocação. Se eu tivesse mil vidas, mil vezes faria o curso de psicologia.

Não pelo curso em si, já que as faculdades são fracas em transmitir conhecimentos realmente úteis, mas pelas informações que a ciência da Psicologia oferece, as quais fui buscar por conta própria como autodidata.

Fui aluno com ótimas notas, sempre estava entre os primeiros lugares. Não porque era um gênio, mas porque estudada muito.

Enquanto fazia a faculdade fui professor no segundo grau, depois fui professor universitário, por pouco tempo. Pensei em seguir a carreira universitária e ser um cientista, mas fiquei decepcionado com o que as universidades oferecem. Elas estão desconectadas do mundo real. Muitos professores pensam nas suas próprias carreiras e não em orientar os outros. As universidades não são pragmáticas. Estuda-se muita teoria que nunca vai ser usada. Aprende-se muito conhecimento inútil. Perde-se tempo, dinheiro e energia. Na escola aprende-se o que contém uma célula, mas não se aprende os direitos básicos do cidadão, consciência política, relacionamento humano, nem finanças pessoais. Na escola ensina-se a anatomia do corpo humano, mas não se ensina como usar o cérebro.

A maioria dos professores não tem noção de didática, enrolam na sala de aula, fazem os alunos decorar em vez de ensinar a raciocinar. Um absurdo! Se fizessem um prova como faz a OAB para os advogados no final dos cursos universitários, uma prova de raciocínio e outra sobre situações práticas, mais de 95 % das pessoas seriam reprovadas. A prova da OAB chega a reprovar 80% dos alunos. As pesquisas da UNESCO colocam o Brasil nos últimos lugares em termos de qualidade na educação e aprendizagem. Que tipo de ensino é este? A maior parte dos alunos sai das faculdades sem a mínima condição de exercer a profissão.

Optei por não fazer parte de um modelo de ensino que “faz de conta”. Toda semana recebo em meu consultório jovens “perdidos nas faculdades”, não sabem se o curso que seguem é o melhor para eles, por conta do sistema de ensino que o deixa perdido. Resolvi então seguir a carreira solo, como autodidata, longe das universidades. Tem mais um detalhe: paga-se muito pouco para o professor nas federias que vivem em greve. Nas particulares é uma piada o que pagam. Exatamente com este rompimento de ideologias nasceu as bases do meu trabalho e da Cérebro & Comunicação e no Instituto Flávio Pereira.

img007Assim que conclui a faculdade de Psicologia comecei a apresentar cursos, influenciado pelo ex-Padre Emir Calluf, homem muito polêmico em Curitiba, escritor, professor; ele tinha programas de televisão, rádio e escrevia para os jornais. Foi o homem mais inteligente que eu conheci. Ele foi corajoso porque resolveu romper com os dogmas da Igreja Católica. O Padre Emir apresentava cursos de desenvolvimento pessoal. Infelizmente ele faleceu cedo demais.

Em 1994 fundei a Cérebro & Comunicação e comecei a apresentar cursos, treinamentos e palestras.

Nesta época dava aulas no SENAC apresentando vários cursos.

Caro leitor, vendo os nossos sites perceberá que apresento mais de 60 cursos.
www.institutoflaviopereira.com.br
www.cerebro10.com
www.psicologia10.com.br

Todo ano lanço novos cursos que representam a projeção da minha vida e a busca constante pelo meu próprio desenvolvimento pessoal. Posso dizer que o site é a expressão da minha vida. Cada curso representa uma fase dela ou um desafio que buscava superar.

Eu tinha grande dificuldade para falar em público, então desenvolvi o curso de Oratória, queria gastar menos energia lendo e estudando, desenvolvi o curso de Leitura Dinâmica e Memorização, depois elaborei o curso de Controle Mental e Eneagrama porque sentia que minha vida tinha muitos altos e baixos. Em 2008 lançei o curso o Sábio do Dinheiro. Os três últimos cursos fizeram uma mudança radical na minha vida. Com o curso do Eneagrama aprendi a controlar o meu destino, e a não ficar mais culpando os outros pelos meus fracassos, com o curso  Sábio do Dinheiro aprendi o caminho para atingir a minha independência financeira.

Durante toda a vida fiquei preocupado em adquirir novos conhecimentos e pagar as minhas contas pessoais. No entanto nunca prosperava, até que eu li o livro Pai Rico e Pai Pobre. De lá para cá, li mais de 40 livros (isto mesmo 40) só sobre finanças pessoais para desenvolver o curso o Sábio do Dinheiro.

Deixei de ser um homem teórico-intelectual, para ser um homem prático-proativo, pressionado pelos quase 50 anos de vida. Falava-se que a vida começa aos 40, mas hoje fala-se em 50 anos. Que bom, sou apenas um jovem senhor.

Sempre tive boas qualidades, mas “ótimos” defeitos. Um desses defeitos, o egocentrismo, o qual me deixava preocupado demais com a minha própria pessoa e sobrevivência; o outro defeito é o perfeccionismo. Os dois defeitos causaram muito estresse e desentendimentos com as pessoas.

Depois que estudei o Eneagrama e o meu tipo de personalidade, descobri caminhos para superar as minhas fraquezas, vícios e defeitos e ser uma pessoa mais focada em servir os outros, ajudar de coração e ter melhor humor. Também sai do meu pedestal intelectual e aprendi a ter humildade. Seguirei ainda por esta jornada de superação e desenvolvimento pessoal até o fim da vida.

No meu tempo livre gosto de fazer pesquisas na internet, ler, viajar, praia, natureza, andar de bicicleta, meditar, escutar música, estudar inglês, brincar e passear com o meu cão boxer, a Samantha, a qual considero quase uma pessoa. Tenho por hábito freqüentar quase toda semana livrarias e sebos. Chego a ficar três horas numa livraria. Pego uma cadeira, sento, e fico analisando os livros que eu vou comprar. Interessante que nunca encontro ex-colegas ou professores nas livrarias. Gostaria de saber onde eles buscam informações para se atualizarem profissionalmente.

No que eu acredito ou gosto:

  1. Nas pessoas conscientes e evoluídas. O indivíduo pode ser seu próprio mestre, seu próprio guru.
  2. Autodidatismo: menos escola, mais estudo próprio, mais inventividade, mais pró-atividade, mais empreendedorismo. As escolas se tornaram indústria de cursos com pouco foco em solução de problemas. Os estudantes saem das escolas passivos, teóricos e perdidos.
  3. Ensino focado no aluno e não no professor ou na escola. O cliente é o aluno e deve ser ouvido.
  4. Menos títulos acadêmicos, menos erudição, mais pragmatismo (conhecimento voltado para a realidade).
  5. No processo de evolução consciente: auto-conhecimento para o desenvolvimento pessoal.
  6. Desenvolvimento empresarial sustentável. Não agredir a natureza.
  7. A leitura como forma de abrir horizontes e desenvolvimento prático. Menos televisão, mais leituras dirigidas para resolver problemas.
  8. Nas organizações e pessoas que pregam a paz universal.
  9. Nas pessoas que gostam de ler, estudar, pesquisar e inventar.
  10. Pessoas conscientizadas politicamente.
  11. Pessoas que fazem algo diferente, incomum e edificante.
  12. Escutar músicas e traduzir letras. Minha predileta e eterna: You Are The First, My Last, My Everything (Barry White)

[flash http://www.youtube.com/watch?v=Fcd3XuQwDQQ]

No que eu não acredito ou detesto:

  1. Na forma como é feita a política neste país: mais privilégios para os políticos, mais corrupção, mais impostos sem retorno adequado. Sugestão: desenvolva a consciência política acessando Transparência
  2. Na forma como constroem as cidades: mais carros, mais concreto, menos natureza, menos bicicletas. Cidades cada vez maiores, com trânsito cada vez mais caótico.
  3. Na mídia que faz de conta que é independente, transparente e ética. Como pode a mídia ser ética e independente, se canais de televisão e jornais recebem dinheiro do governo ou seus donos são políticos ou estão associados a estes?
  4. Na hipocrisia dos canais de televisão: primeiro eles transmitem filmes violentos, reprisam os mesmos muitas vezes, criam motivação para os jovens, depois fazem programas para denunciar a violência que eles ajudaram a construir.
  5. Na democracia brasileira cheia de meias-verdades e incoerências. Ex.:  como pode existir democracia séria se o político define o próprio salário e benefícios pessoais? Se existe nepotismo?
  6. Na forma como é feita a educação: desconexão com a realidade. A escola ensina muita teoria inútil e  promove a ficção: muitos alunos escolhem o curso superior por fantasia e não por vocação, não sabe para que estuda a matéria ensinada na sala de aula.  Poucos alunos fazem análise vocacional, depois se frustram com os cursos e passam a ser profissionais ruins. A escola  não ensina de verdade o aluno a questionar o conhecimento que aprende, nem  a solucionar problemas pessoais e da sociedade.
  7. Nas autoridades que sabem como chegar nos criminosos e pouco fazem para resolver os problemas de criminalidade. Os jornalistas se infiltram nas bocas de fumo e prostituição, filmam os assaltos nas ruas, sabem a rota dos assaltantes de carro e a polícia fica assistindo na televisão as reportagens…
  8. Na forma como o homem subjuga os animais para se divertir com uma outra vida ou explorá-la sem o mínimo de ética. (ex.: touradas, circos, rodeios, corridas de cavalos ou qualquer animal). Veja o que fazem na Tailândia como os elefantes.
  9. Em todo tipo de discriminação e preconceito.
  10. Nos programas de televisão (novela, por ex.) como formas sadias de desenvolvimento. A televisão, especialmente no horário nobre, tem sido usada para infantilizar as pessoas com programação tola e inútil.
  11. Nos canais de televisão que fazem propaganda de bebida alcoólica associada com o esporte. Veja o caso do Ronaldo, o jogador de futebol “o fenômeno”, fazendo propaganda de cerveja.

A ficção dos filmes, a ficção dos desenhos animados, a ficção dos noticiários manipulados, a ficção das novelas, a ficção da política, a ficção das escolas, tem formado batalhões de pessoas desorientadas, passivas, pouco criativas e pouco pragmáticas. Resultado: vivemos num mundo cheio de problemas sociais. Uma sociedade do FAZ DE CONTA.

O povo faz de conta que vota com consciência, o governo faz de conta que governa e que é democrático, o políticos fazem de conta que são honestos, a mídia faz de conta que denuncia , informa e que é independente e ética, a justiça faz de conta que é justa (mas os juízes do STF são indicados pelos políticos! Depois vão julgar estes!), a escola faz de conta que ensina a pensar, etc.

Felizmente, temos pessoas empreendedoras, conscientes, éticas, ativas, inventivas, evoluídas, sem nenhuma ideologia na cabeça, que pensam, criticam, trabalham, denunciam e fazem a sociedade caminhar. Graças a estas pessoas responsáveis o mundo ainda está de pé.

Se você sentiu que procurei ser transparente e deseja ajudar eu a melhorar os meus pontos de vista, ou ajudar a melhorar este blog, entre em contato comigo para sermos amigos, trocar informações e fazer parcerias.

Um abraço !

Flávio Roberto Pereira
Curitiba, 23 de janeiro de 2009.
Atualizado: 1º de maio de 2012.
Atualizado: 24 de outubro de 2012.

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